O Sistema cardiovascular e a Saúde Integral

O Sistema cardiovascular e a Saúde Integral

Sistema Cardiovascular

Quando se fala de Saúde Integral subentende-se uma vida responsável em harmonia, em que a pessoa se sente bem consigo mesma, com a vida e com o mundo que a rodeia. Não uma vida sem sentido que invariavelmente se precipita na frustração, depressão, enfim, sofrimento.

O mundo já mudou! De nada serve fazer de conta que está tudo bem…no remediar, como temos sido induzidos até aqui. A Saúde Integral incorpora o indivíduo como um todo onde nada é separado. O indivíduo faz parte do holomovimento do universo. Nada existe fora deste movimento.

Nada é obra do acaso nem da síndrome do repente. Tudo obedece a uma ordem mais ampla, que envolve o indivíduo na expansão do universo num aspecto global. Quando as manifestações físicas são reveladas indicam não somente doença, mas a urgência em mudar de conduta. A doença indica uma resistência descomunal à vida ou expansão do universo que precisa ser corrigida de imediato.

Como é que a Saúde Integral atua perante uma manifestação física?

Na verdade, o universo não trava a sua evolução porque 6 ou 7mil milhões de habitantes de um pequeno planeta, decidem resistir à evolução natural, a que normalmente chamamos vida. A doença ou qualquer mal-estar físico emocional, mental ou espiritual, perante a Saúde Integral e a ciência moderna, não é mais que o resultado da resistência à vida (evolução).

Os problemas, “mal-estar”, revelam a atitude interior frente às situações do dia-a-dia. É a forma como a pessoa reage que determina a vida de uma forma integral. O bem-estar pleno ou doença na globalidade é determinada pela reação interna aos estímulos externos. O que cada indivíduo experimenta, não acontece por acaso, sorte ou azar, mas na atitude frente as situações de cada dia.

Como funciona?

A OMS afirma que 85% das doenças são psicossomáticas. O que é o mesmo que afirmar que a doença é criada pela própria pessoa (soma de partículas de informação atómica criada com pensamentos, sentimentos e emoções).

A Saúde Integral, através da análise dos sintomas que abrangem as sete áreas da vida do indivíduo, sabe quais os pontos na consciência que precisam ser melhorados para que o indivíduo possa viver a vida que deseja e merece (identificando a somatização).

O que é que o terapeuta em Saúde Integral pode contribuir para se sair deste círculo vicioso?

A Saúde Integral não vai à raiz do problema. A Saúde Integral altera a raiz do problema, quando retifica na consciência o que limita a evolução.

O Mundo já mudou

É preciso TER para poder dar. “Faz como digo, não como faço”, já não funciona neste novo mundo. O terapeuta de Saúde Integral é um mestre em ação. Independentemente qual seja a sua área de atuação, não se limita a identificar as causas no universo quântico dos distúrbios do organismo físico (corpo) ou de outra área.

O Sistema cardiovascular e a Saúde Integral

Como é abordado um problema dentro do sistema cardiovascular?

Como foi explanado até aqui, se já há uma manifestação física em um determinado sistema, já existe um sem número de alertas ignorados.

O Sistema Cardiovascular tem como função distribuir por todo o organismo, o sangue que carrega consigo a informação do meio ambiente, o oxigénio e os nutrientes que as células requisitam para segurarem a sua atividade. Nesse movimento interrupto, o sangue também transporta os produtos residuais do metabolismo celular, desde os locais onde foram produzidos até os órgãos encarregados de eliminá-los.

O sistema cardiovascular é composto pelo coração, artérias, veias, capilares e sangue.

Apesar de um corpo não sobreviver sem oxigénio, a informação que chega às células na corrente sanguínea é quem decide a atividade da célula. Se o oxigénio é o carburante da célula,  a informação é que decide o que a célula produz. Qualquer reação em relação aos acontecimentos externos é transmitida ao sangue e transportado para as respetivas células.

Circulação de informação

Como se processa a informação?

Vida é crescimento, multiplicação. A informação precisa ser constantemente renovada, para que a vida possa fluir. A estagnação é a causa principal das doenças cardiovasculares.

A informação que chega do exterior às células decide a atuação de cada célula no organismo. Essa atuação é traduzida em bem-estar ou doença.

Como é que um acontecimento pode criar uma doença?

Os acontecimentos não criam doenças. O que cria a doença é a interpretação errónea do acontecimento. A forma como se reage ao estímulo. O acontecimento é estímulo (energia).

Veja-se um simples exemplo criador da maior calamidade que o homem moderno enfrenta; “Ansiedade”!

O medo sem objeto. A pessoa que não se ama, não se aceita, não se aprova tal como é : vive na culpa do que fez; culpa do que não fez; culpa do que decidiu e culpa pelo que não decidiu. A culpa cria medo da consequência (castigo). O medo fictício age como que haja ameaça da integridade física do corpo, ativa a defesa e o ataque, as suprarrenais segregam a energia (hormona adrenalina ou noradrenalina), sobe o nível de açúcar no sangue, aumenta o fluxo do sangue e os batimentos cardíacos, reduz o fluxo sanguíneo nos vasos do sistema digestivo (por vezes pode causar paragem da digestão), ao mesmo tempo que aumenta o fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços. Este medo fictício sem objeto (criado por conceitos obsoletos), altera a vida e a realidade do homem moderno. Como podemos constar de uma forma muito superficial, um conceito não atualizado sobre a realidade, faz alterar muitas ações do organismo, que com a repetição criam doenças do sistema cardiovascular, sistema digestivo, sistema endócrino, sistema nervoso. Mas há mais; como não existe perigo para ter medo, essa energia não é consumida pelas células musculares, continua na corrente sanguínea chegando ao cérebro. Aí como neurotransmissor, a adrenalina pode levar a situações ainda mais destrutivas. Deixamos por aqui este simples exemplo cada vez mais comum a cada dia que passa.

Saúde Integral através dos seus técnicos, à semelhança das enumeras instituições espalhadas pelo mundo, tenta encurtar o fosso da ignorância que separa o homem moderno da sua verdadeira dimensão divina.

É urgente apressar o passo. Sair da estagnação em que nos queremos afundar.

O sistema cardiovascular é o maior meio pelo qual a informação exterior chega ao interior. No interior essa informação irradia para o universo convertida em magnetismo pessoal.

Lembrando a 3ª lei da mecânica quântica que se canta assim: “atrais o que irradias na mesma densidade e frequência”.

O que fazer?

Fazer a higiene diária da mente, limpar conceitos inúteis e atualizar noções que já não funcionam. Mergulhar no universo sempre em expansão e confiar na vida.

Conduzir hoje os nossos atos e ações por princípios e valores outrora válidos, seria o mesmo que circular numa autoestrada com um veiculo de tração animal. Poríamos em risco as nossas vidas, as vidas dos nobres animais e de todos os utentes da autoestrada.

Vejamos: embora ainda há bem pouco tempo o mundo vivia grandes revoluções politícas onde os filhos não confiavam nos pais e os irmão uns nos outros. Possivelmente ainda existem núcleos assim no mundo. Homens e mulheres prisioneiros do próprio veneno que destilam. Pessoas que não confiam nos outros são centros de epidemias. São pobres homens e mulheres que hipotecaram as suas vidas ao sofrimento. Não têm culpa são mesmo assim; vivem hipnotizados pela dor. Na ânsia de se protegerem estão presos nos presídios que construíram para se protegerem. Criadores de todas as formas de sofrimento.

Saúde Integral acompanha o despertar da nova humanidade. Os seus praticantes não são técnicos, são mestres do bom viver. Não impõem regras nem dão conselhos.

Quais os requisitos para que um utente em Saúde Integral tenha sucesso?

Boa vontade e mente aberta são os únicos requisito necessários para quem quer mudar a sua realidade.

Qual é a taxa de sucesso para o utente da saúde integral?

A taxa de sucesso é de 100%. Todo aquele que seguir as sugestões e estiver disposto à mudança não pode falhar, apesar de cada um ter o seu processo e ritmo.

Na Saúde Integral todas as doenças têm recuperação. Não existe a palavra cura. A cura é sempre fictícia. Se não houver mudança não pode haver recuperação. Tudo começa na vida do próprio terapeuta. O terapeuta em Saúde Integral é um mestre que precisa estar em constante transformação, a sua aprendizagem não cessa quando ele próprio encontra uma saudável harmonia na sua vida.  Vida é uma contínua aprendizagem. Só com essa consciência e atitude se pode ajudar quem procura transformar as suas dores em bem-estar, felicidade, paz, alegria, amor, enfim um movimento contínuo a que podemos chamar vida.

Resumindo:

Antes de entrarmos nas doenças do sistema cardiovascular e para melhor podermos entender como elas se criam, precisamos saber que para se iniciar numa vida harmoniosa começa-se por ter uma atitude pró-ativa com pessoas e situações no dia a dia, sem nunca se estagnar na zona de conforto.

António Fernandes

A saúde integral, o Coronavírus e o quotidiano

A saúde integral, o Coronavírus e o quotidiano

Como viver saudável, livre de qualquer risco – Saúde Integral

Todos nascemos para vivermos felizes e realizados. O que nos impede experimentar essa felicidade e realização, não são os factos da vida, mas a ignorância que está na sua interpretação.

Vou narrar tim tim, por; tim tim; como fluir alegre e feliz e imune a qualquer coisa que possa surgir na vida. Por essa razão, e como se trata de um simples texto, e não, de um programa personalizado de recuperação e transformação pessoal, é preciso cuidado, para que não haja interpretações irresponsáveis.

 Para simplificar e não entrarmos em filosofia de pescadinha de rabo na boca, começamos por considerar a vida, nesta realidade terrena. Assim é fácil entender que a vida, nunca nos abandona, desde a primeira inspiração até a última expiração. Ela está sempre presente. Na verdade, é a única coisa que não nos abandona nesta realidade e nos impulsiona sempre para a frente e para cima.

Mas afinal, o que é a vida?

Será uma tortura que só acaba com a morte? Ou uma fascinante aventura no paraíso? Tanto a mecânica quântica, quanto a Saúde Integral, instrumento da física moderna, indicam que é uma questão de escolha. E a escolha não tem nada de complicado e resume-se simplesmente ao facto de participarmos activamente na nossa própria vida ou nos tornarmos uns meros expectadores a julgar os acontecimentos.

Quer queiramos quer não, somos uma célula da humanidade, responsáveis por fazer o nosso melhor, para nosso próprio bem e para bem de toda a humanidade…, iniciando por espalhar o nosso próprio bem-estar, pelos que estão mais próximos de nós. Se assim é feito, pelo ser humano, também a célula do seu corpo procede da mesma forma e cria um corpo saudável, isento de qualquer tipo de mal-estar ou doença. A esta atitude chama-se altruísmo. Fazendo da vida uma fascinante aventura no paraíso.

Se em vez de sermos os participantes da nossa vida, nos tornarmos, uns meros expectadores, certamente que a vida se tornará numa permanente tortura que tem como final a morte. É a travessia do inferno.

Então como ser e fazer?

Vive-se num mundo em permanente mudança. Parece que vivemos numa montanha russa. Quando não estamos no momento presente, tudo serve para nos distrairmos da verdadeira, razão de viver. Hoje temos o Coronavírus, como principais acontecimentos dos últimos dias. O medo infiltra-se e instala-se na consciência coletiva, influenciando grandemente a vida, no quotidiano da humanidade. Não importa se pessoalmente se dá ou não valor, ao pobre vírus chinês, que ficou da noite para o dia, mais famoso que o Cristiano Ronaldo. Não só pelo facto de já 60 países, terem activado medidas de luta para combate ao novo coronavírus chinês. E com isso cancelarem voos, fecharem escolas e serviços públicos, empresas de portas fechadas…, enfim…, um folclore bem orquestrado, sem uma aparente razão de ser. Se pensarmos um pouco, e analisarmos as 259 pessoas que morreram no último mês na china de pneumonia, está mais que normal para esta época do ano.

 Como é, que isso é possível?

Seja o coronavírus, ou outro vírus qualquer; perante um corpo envenenado por tóxicos e fragilizado por carência, o resultado seria o mesmo. O mau da fita, não é o vírus, ele por si só, nada pode num organismo limpo e numa mente sã.

Acabar-se-ia, com a maioria dos problemas de saúde publica, se fosse ensinado, a limpar e a manter a mente sã, num corpo limpo, e bem nutrido. Mas o sistema oficial de “saúde”, continua a apostar no cavalo esgotado. E por sua vez a comunicação social, que teria a responsabilidade de informar…, faz vista grossa, fazendo de conta que não enxerga.  Porque são convenientes estes carnavais, para manter acesa a luta pelas audiências.

Mas há facto muito importante, que é preciso assumir; as cadeias televisivas, dão ao telespectador o que ele consome. Todos sabemos por experiência, que uma informação honesta e responsável, que não instigue os telespectadores ao medo, leva qualquer cadeia televisiva há falência.

Seria importante despertarmos e assumir-se a responsabilidade pela nossa realidade. em vez de culpar a indústria da doença, ou o sistema vampiro de “saúde”.  

Mas o melhor, é nem comentarmos, e irmos as soluções, em vez de ficarmos pelas constatações.

Então vejamos, a saúde integral vê o efeito do Coronavírus (pneumonia viral), num organismo debilitado não como uma doença em si, mas como a manifestação “superficial” do mal profundo, resultante dum organismo á muito, fraco, envenenado e carente. Seria bem mais útil, e muito mais económico, para a humanidade, desintoxicar e repor carência, para que nenhum vírus, micróbio, fungo ou bactéria possa ser mais preocupação.

Então porque não se faz? Porque é que não há um programa mundial de desintoxicação e reposição de carências? Porque quer se trate de uma pneumonia viral, uma gripe, quer de um tumor canceroso, o processo é o mesmo. É sempre o aumento das toxinas no organismo, e a carência de nutriente que fragiliza o organismo e agrava o estado gripal ou favorece o desenvolvimento do tumor. Os sintomas físicos localizados, diminuem, consoante a diminuição da carga tóxica e reposição de carências.

Os tóxicos são venenos orgânicos, mentais e emocionais. As carências são orgânicas de minerais, vitaminas e outros, e emocionais resultante da rejeição, anulação, auto-abandono etc.

Na verdade, o importante é educar e integrar. Vida é plenitude.

Para ser-se bem-sucedido, realizado e feliz, é preciso estar envolto, com boa auto-estima e grande amor-próprio. É preciso integrarmo-nos, sentindo-nos a fazer parte, sem sufocar-se a natureza íntima. Nenhuma meta será conseguida completamente, se for obtida à custa da negação do eu. Reprimir-se para alcançar aquilo que é valioso, fará perder o apreço pelos bons resultados obtidos.

A felicidade jamais será alcançada através da aparência, nem por se estar cercado de amigos. Ser feliz é estar integrado a si próprio e sentir-se bem consigo mesmo.

O acaso, sorte ou azar é a filosofia da ignorância.

É urgente sair da ilusão, e tomar consciência que, somente quando nos tornamos o nosso melhor amigo, estamos realmente preparados para alcançar tudo de bom que existe para ser usufruído nesta vida. A saúde ou doença, dependem do nosso meio ambiente íntimo. Ou seja, a forma como nos vemos, vemos os outros, vemos o mundo.

antonio@solucaoperfeita.com

António Teixeira Fernandes

O Coronavírus e sua hospedagem

O Coronavírus e sua hospedagem

Quanto mais intoxicado e carente se encontra o organismo, melhor se aloja o vírus e melhor evolui a doença; a doença forma-se nos resíduos tóxicos e vive da degradação. 

Manual da Saúde Integral

Está aberta oficialmente “a caça as bruxas”. A maior parte das pessoas vive num terrível engano. Pensam que as doenças vêm de fora e do nada; como se um inimigo estivesse emboscado à espera da oportunidade certa para atacar. Esta forma de pensar ignorante, cria um meio ambiente tóxico, fragilizado com o medo, tanto o emocional como o físico. Não estamos mais evoluídos espiritualmente que na Idade média, em que acusavam os demónios e as bruxas com poderes sobrenaturais, pelos males que afligiam a humanidade. Atualmente, as bruxas e demónios foram substituídos, por micróbios, vírus, fungos e bactérias.

É urgente saber que, na verdade, ao contrário do que os meios de manipulação social, ao serviço indústria da doença, nos foram fazendo crer…, cada doença tem origem na mente de cada um de nós. O que se manifesta a nível físico (os sintomas) é o esforço do corpo a lutar com a doença.

Atenção, apesar de ser a nível da mente que podemos influenciar positivamente o processo de regeneração, quando a doença se instala é porque já existiam condições para tal. Vou deixar para o próximo artigo, qual o procedimento correto, para se ajudar o organismo na libertação do mal e restabelecer a saúde.

O importante aqui e agora é mudar-se o conceito errado sobre a forma como se adoece.

Então vamos lá…, como é que se adoece?

Já vimos que o doente não é uma vítima do caso ou azar. É preciso varrer definitivamente…, de uma vez, por todas, a ideia que “caímos” doentes, que estamos “angustiados” ou que “apanhámos” uma doença…  como se, estivéssemos muito bem alegres e felizes… no nosso caminho e de repente…, zumba…, catapumba…,  “caiu-nos uma doença em cima”.  Deixemo-nos dessa infantilidade…, acreditar que os micróbios, vírus, bactérias, fungos etc, são as causas dos nossos males é como acreditar que o sol, a chuva, a brisa, o luar, as aves dos céus ou os peixes do mar nos causem a morte. 

É preciso mudar o conceito para mudar a realidade que cada um experimenta.

Então venham comigo dar uma espiada ao moderno conceito de Saúde Integral, adotado pela Casa Escola António Shiva® e baseado nos princípios básicos da moderna e abrangente física quântica.

Vamos com calma, porque não é fácil para uma mente treinada no exame materialista de uma coisa pelo que essa coisa parece ser; ter facilidade em aceitar o que vai ser mostrado em seguida. A Saúde Integral considera todas os males (sofrimento) como manifestações reconhecidas de uma única alteração (1). Esse denominador comum, esse mal profundo de onde saem todos os males, tem a sua origem dentro do corpo físico cada pessoa. Mas não se limita somente ao terreno ou conjunto de células e líquidos nos quais se encontra imerso: o sangue, a linfa, o líquido cefalorraquidiano, assim como micróbios vírus, bactérias e etc. Mas também, aos campos mais vastos e abrangentes da consciência individual e coletiva. Enfim…, apesar da realidade que cada um de nós experimente ter origem ou estar ancorada em cada um de nós, há uma interação que abrange todo o universo.

A tentativa de separar o corpo físico de uma realidade mais ampla, pela “medicina” ortodoxa e também pela “medicina natural” (menos violenta), é como isolar a célula de um tecido, e pretender que se mantenha ativa..

Da mesma forma que não podemos separar os líquidos intra e extracelulares, representantes de 70% do peso do nosso corpo e representante o meio ambiente de nossas células…, também não podemos isolar o corpo físico do resto do universo.

Ou seja, cada célula do nosso corpo, está para o corpo humano, como cada homem ou mulher está para a humanidade.

Assim como as células que constituem o nosso corpo dependem totalmente do meio ambiente interno, que lhes asseguram os nutrientes, e eliminação de toxinas, resultantes das ações e da comunicação de uma célula para outra, de modo que garanta uma ação coordenada e harmoniosa. Também dependemos do meio ambiente que estamos inseridos e da forma de como nos comunicamos para garantirmos uma coordenação harmoniosa com a humanidade, com o mundo e com o universo.

 Assim; do mesmo modo que o ambiente em que o ser humano se insere pode apoiar a saúde ou instigar uma doença, dependendo de estar ou não contaminado, também o meio ambiente que rodeia as células é de terminante para o seu estado de saúde.

Como é que a consciência contribui para a realidade física, emocional e mental?  Só num próximo artigo dedicado ao sistema endócrino, mostrarei como é organizado e harmonizado o meio ambiente interno. A interação do pensamento com a secreção hormonal.  A influencia da consciência, individual e coletiva na saúde e na doença.

Os leitores dos meus artigos, estão habituados a soluções concretas e o tratamento claro das dúvidas.

A propósito dos vírus, micróbios, fungos, e bactérias, tive o privilégio de receber à 13 anos atrás aqui na nossa Casa Escola António Shiva®, a famosa Dra. Hulda Clark, mulher que dedicou a sua vida como cientista aos vírus, micróbios, fungos e bactérias. Escreveu imensos livros alguns traduzidos em várias línguas. Eu considero-a a Madre Teresa da Medicina Natural. Criadora de vários equipamentos, donde destaco o Zapper, que destrói vírus fungo e bactérias por meio de frequências eletromagnéticas. Esta grande mulher gastou a sua vida a procurar em lugar errado. Acabando ela por falecer em setembro de 2009 com a doença que tentou curar, eliminando micróbios, vírus e bactérias. O fantástico trabalho desta mulher é um legado para o mundo. Mostra com clareza que lutar contra micróbios vírus e bactérias é como lutar contra nós mesmos.

É urgente perceber que os microrganismos (micróbio, vírus, fungos e bactérias), que habitam por todo o lado, dentro e fora do nosso corpo são tão importantes como todos os seres do reino animal, vegetal e mineral.  Eles fazem parte do equilíbrio ambiental tanto interno como externo.

Seria melhor, como seres criadores que somos, observarmos a forma como nos vemos (o que pensamos de nós), dos outros e do mundo e do universo. Em vez de tentarmos tapar o sol com a peneira, isolando cidades, e aproveitando a oportunidade para dar-se espetáculo. Iludindo e manipulando as massas por si já descartelizadas.

Na verdade, tudo vem da consciência. Consoante a consciência matéria-prima do pensamento. Que cria o sentimento que resulta em emoção.

O mundo que se cria na mente, é o mundo que se expressa fisicamente.

“Mens sana in corpore sano” dizia a sabedoria latina.

Mente sã produz corpo são.

Só uma mente aberta e sadia pode fortificar um corpo sadio.

Mente alegre e feliz = a corpo alegre e juvenil;

Mente positiva = a corpo positivo;

Mente negativa = corpo negativo;

Mente profundamente magoada = corpo com cancro;

Mente zangada = corpo com úlceras, enfartes

Seria bom que refletíssemos sobre a forma como nos vemos e vemos os outros. Isso vai influenciar tanto o corpo que habitamos, como a vida que experimentamos.

A carência física de oxigénio e sobrecarga de resíduos tóxicos, tem muito mais a ver com o que pensamos do que aquilo que ingerimos.

Todos conhecemos ou sabemos de pessoas que nunca fumaram a sofrer de doenças pulmonares e outros que fumam 50 cigarros por dia viverem até aos 100 anos.

A saúde ou a doença começa em nós. Antes de decidirmos mudar de dieta seria bom mudar a forma de pensar, que a dieta muda automaticamente. Ninguém que está de bem com ele mesmo, com a vida e com o mundo, tem apetência por alimentos tóxicos. Relações toxicas. Quem se ama não adoece.

Não deixes de colocar as tuas dúvidas em antonio@solucaoperfeita.com

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

Se a tua vida não faz sentido, chegou a hora de mudar

Se a tua vida não faz sentido, chegou a hora de mudar

Diz-se violento o rio que tudo arrasta; mas não dizem violentas as margens que o comprimem.

Bertolt Brecht

Há sempre uma solução perfeita e criativa para cada problema

Prezados leitores, mais uma vez me dirijo a vós, com muito respeito e amor, numa época em que a par com a evolução tecnologia de ponta, a ansiedade e o descontentamento continuam a aumentar. Até aparenta que, quanto mais conseguimos, mais vazios nos sentimos. Nunca a humanidade teve tanto e nunca foi tão doente e infeliz. Tudo isto acontece porque a humanidade não consegue acompanhar o avanço tecnológico e as velhas instituições outrora com poder de educar foram ultrapassadas pela moderna tecnologia.

Se a tua vida não faz mais sentido, é urgente acertar o passo e acompanhar o fluxo e processo evolutivo. E para isso é necessário deixar a velha dualidade e entrar na unicidade. Apesar do aparente caos, o mundo caminha para o bem. As instabilidades nas zonas até aqui consideradas seguras, mostram quanto é importante avaliarmos a velha forma de pensar. Hoje sabemos que somos as vítimas da nossa própria ação. O Stress e as doenças psicossomáticas representam mais de 85% das doenças no mundo, segundo a O.M.S., e estão presentes em todas as famílias da civilização moderna. Não adianta tapar o sol com a peneira, mas também não é suposto fazer alarme. Basta despertar da ilusão hipnótica e assumir a responsabilidade da vida.

Pôr a nossa natureza em ordem é como afinar um instrumento de cordas.

Wang Che

Se não existir crescimento não existe vida. Sei que muitos estão a passar por privações, percas, depressão, enfim dor. Apesar de ser difícil aceitar, são as dores do crescimento. Mas será que para existir crescimento é necessária dor? Claro que não, a dor é o reflexo da resistência ao fluxo e processo da vida. Vida é mudança em fluxo contínuo, crescimento. 

Como fazer para sair do sofrimento? O sofrimento resulta da negação ao processo e fluxo da vida.

O sofrimento implica luta…, resistência à vida (mudança). Fomos educados para guerrear…, até nos iludimos quando nos julgamos vencedores da guerra contra o cancro, droga ou outra qualquer situação.

Vou partilhar rapidamente um pouco da minha experiência.

Desde muito jovem, sonhava com um mundo de igualdade e abundância para todos. Lutei, lutei pelos meus ideais, mas nada! Na minha mocidade, com a rebeldia própria da idade, tornei-me um democrata convicto que poderia contribuir positivamente para um mundo melhor. Lutei, por esse ideal e percebi que a esperada democracia se instalou e a desigualdade aumentou.

Aos vinte anos deixei o conturbado mundo académico e acabei por mergulhar no mundo empresarial da alta competitividade usando o melhor que sabia e podia os talentos com que a vida generosamente me tinha presenteado. Durante década e meia, como que estivesse sobre hipnose, competi e ganhei, competi e ganhei, competi e ganhei tornando-me um vencedor.  Já a caminho dos quarenta o vazio existencial tomava conta de mim. Quanto mais sucesso mais vazio. O sucesso era a luz brilhante dum pavio de uma vela de dinamite que invariavelmente rebentava em minhas mãos. O tempo do brilho do sucesso dependia do tamanho do pavio da vela de dinamite. Lutei e quanto mais lutei, mais dor e sofrimento criei, levando-me à exaustão.

Foi aí, exausto, doente e fracassado, que baixei os braços, deixei de lutar com a vida… e a vida começou a despertar. Os meus males desvaneceram-se como por milagre ou magia, comecei a saborear a vida. Descobri o que jamais os meus conceitos enraizados na ilusão dos sentidos poderiam conceber.  Consoante ia sorrindo para a vida, assim a vida sorria para mim. Descobri que existia muito mais do que alguma vez a minha imaginação poderia conceber. Quanto melhor me sentia, mais gratidão irradiava, e quanto mais grato estava, melhor me sentia.

Porque é que minha vida não faz sentido? Porque sinto que fracassei?

Durante séculos o sistema de crenças tridimensionais baseado na dualidade e separação criou títulos, ídolos, santos e pecadores, bem-sucedidos, enfim uma profusão de rótulos. Foi-nos incutido que alguns destes são melhores que nós. Que os devemos admirar ou mesmo idolatrar. Mas a verdade não é essa! Ainda te vou dizer mais, na minha ação de orientador de saúde integral, tenho encontrado esses tais bem-sucedidos que todos querem imitar. São os impecáveis segundo os padrões do pensamento oficial. São aqueles que as suas vidas são feitas de êxitos e sucessos, o modelo oficial perfeito de realização e felicidade …, mas são infelizes porquê? Porque é que procuram a minha ajuda? Porque é que são eles que sustentam os consultórios psiquiátricos? Porque é que estão no topo e são tão infelizes?…, É o paradoxo do velho sistema dualista, em que o ter se sobrepõe ao ser. Tem-se um título, que lhe dá um cargo de algo que não se é. E assim se dá um desvio atroz em relação a si mesmo.

Como fazer para que a vida faça sentido?

Caro leitor ou leitora, espero que os exemplos que acabei de descrever te possam animar, mesmo que tenhas descido muito baixo no teu percurso de vida; não o lamentes, esse foi o caminho que percorreste. Essa é riqueza que trazes na bagagem, essa experiência é o que faz de ti um ser único e te levou a ler este artigo. Há sempre uma solução perfeita, onde encontrarás uma nova liberdade, felicidade e paz. O sentimento de inutilidade e autopiedade vai dar lugar à autorrealização. A tua atitude e o modo de veres a vida vai mudar. 

Um mundo de realização e paz começa no indivíduo.

Não adianta proclamar aos quatro ventos que a ansiedade e todo o sofrimento resultam do velho paradigma dualista separatista. Ou que a ansiedade ou e todos os males do mundo são o reflexo do não confiar no fluxo e processo da vida. Antes de papaguearmos de como mudar a condição humana, precisamos mudar a nós mesmos. E isso faz parte de uma higiene diária, não se aprende em cursos nem em livros, é preciso praticar. Hoje é fácil encontrar pequenas comunidades onde a prática diária dos seus membros é ser o que desejam que o mundo seja.

Espero que o que acabaste de ler te tenha feito sentido. Agora que sabes que não estás sozinh@ podes decidir ficares com quem precisa ou juntares-te a quem faz acontecer.

Fico a aguardar a tua partilha de experiências,

António Fernandes

Viver adormecido num mundo frenético

Viver adormecido num mundo frenético

“A informação é o que determina o espaço e o tempo”
Prof. David Bohm

Quem responde a estas questões no mínimo inquietantes?

A humanidade aproxima-se a passos largos do fecho da segunda década do terceiro milénio e ainda continua adormecida na velha ilusão materialista/dualista. Porquê?…

E, agora que a 5ª Geração tecnológica já é uma realidade, a humanidade continuará submetida a implacável indústria da doença?

Será que os velhos sistemas económicos e políticos (já instáveis e ameaçar ruína) sobrevirão quando a 5ª Geração tecnológica estiver instalada em todas as áreas da sociedade?

Como será o mundo quando estes velhos sistemas caducos ruírem?

Quem poderá responder a estas questões perturbantes?

Na verdade, parece viver – se adormecido num mundo em erupção. O mundo já mudou e todos o sabem…, porque é que a maioria prefere fingir que não se passa nada?…, Às vezes chego a pensar…,  

“será que ninguém quer enxergar o rei nu, com medo que o julguem tolo” ou será que o novo paralisa?…,

 “O REI VAI NU”

Alguns mais “iluminados” justificam a dormência da humanidade com os jornais televisivos e os blocos publicitários com que somos bombardeados diariamente, e com os quais influenciamos as nossas decisões, levando-nos a viver de maneira inconsciente. Mas se esses iluminados estão certos, entramos num paradoxo ainda mais obscuro, ou conclui-se que humanidade vive sobre um tremendo embuste…, as instituições, que deveriam proteger, educar e esclarecer o ser humano que nasce livre, fazem o contrário, manipulam-no, formatam-no e escravizam-no.

Claro que não acredito nisso. Prefiro ver as instituições a fazerem o melhor que sabem e podem dentro dos velhos padrões obsoletos, que já não funcionam mais.

Quem vai transformar este mundo desvairado, num mundo harmonioso alegre e feliz?  

O ser humano. Eu, tu, ele. O mundo muda quando nós mudamos. Se és daqueles que dizem:

“isso é utopia, há muita maldade no mundo”, é porque ainda estás cego.

Vou contar um episódio que se passou há 20 anos. Numa reunião com uma alta responsável dos serviços sociais, expus o que acabei de escrever. A Sra. Dra.  disse que eu era um romântico sonhador. Nesse momento eu decidi fazer a minha parte “ser aquilo que quero que o mundo seja”, como ensinou Gandhi. E nos primeiros anos ouvi muitas vezes comentários do género: “é muito bonita a vida paradisíaca do António, o pior é quando for para o mundo real”.

Agora pergunto eu…, já vivi mais de ¼ da minha vida neste mundo paradisíaco e estou próximo de completar 1/3. Já viajei por vários países na busca e partilha de experiências.

Será que o meu mundo não é real?

As instituições governamentais sociais e económicas não são as mesmas?

Claro que são…, então porque que é que nos últimos 20 anos tudo flui e conspira a meu favor?

Porque é que no meu mundo não há luta pela sobrevivência? 

Será que estou louco?

Será que ver para lá da aparência e aproveitar o fluxo da vida tal qual ela se apresenta é loucura?

Não é verdade que a Casa escola António Shiva® é uma autoridade no mundo da recuperação e transformação pessoal?

Antes de responder às questões iniciais, vou exemplificar de forma simples, mas clara com resposta que dei a um email que recebi a semana passada de uma moçambicana, que faz o treino online de gestão de stress.

 “Boa Tarde querido António.

O que eu vivi no banco foram muitas coisas, mais vou começar falando dos meus primeiros anos de trabalho, quando cheguei no XXXXX eu me senti discriminada pelos colegas pensei que fosse pelo facto de eu ser duma outra província.

Fui várias vezes muito maltratada. Eu chegava no trabalho e cumprimentava a minha chefe e ela simplesmente não respondia e me ignorava com altivez.

Às vezes eu chegava no trabalho e do nada meus colegas riam-se de mim como se tivesse as calças borradas. 

Me recordo que fiquei 3 meses tirando cópias sem função especifica, e me chamavam de modelo 60, este modelo era um impresso que o banco usava para fazer varias operações, foi o pior ano da minha vida…, tanto que tive uma má avaliação de desempenho e o pior de tudo, eu nunca consegui destratar nenhuma daquelas pessoas, sofri sozinha em silêncio…, várias noites chorei e quis desistir…, mas eu me via sem opção devido à minha condição financeira, então decidi que no ano seguinte, eu queria dar o meu melhor e consegui dar a volta por cima. Fui a melhor colaboradora da agência fui a que mais vendas conseguiu fazer, mas criei uma barreira muito grande com os meus colegas porque eu sentia que eles não me queriam bem, na verdade sempre tive problemas em expressar os meus sentimentos, porque sempre tive medo de magoar as pessoas.

Os anos se passaram e os dois últimos anos foram terríveis para mim, foi muita coisa que aconteceram: a minha separação e a empresa me colocou no balcão mais chato da cidade com várias enchentes entrava as 7:30 para sair 20 horas e ainda trabalhar sábado para sair as 17, rotina desgastante, pior por causa da minha gerente que não sei porque, ela sempre me tratou mal , acredita que o ano passado ela me deu a função de atendedora do balcão e também tinha que cuidar do arquivo do banco, um trabalho que é muito pesado. Eu tinha que carregar caixas mensalmente e o engraçado é que eu tinha colegas homens mais ela queria que fosse eu a fazer aquele trabalho. Me recordo que tivermos uma reunião em que ela me tratou muito mal, tínhamos um problema e estávamos tentando resolver e os meus colegas deram as suas opiniões, mas quando chegou a minha vez de falar ela começou a gritar XXXXXX cala a boca, não fala nada! Cala a boca, não fala nada! Sabe, eu fiquei calada e assustada com aquele comportamento por parte dela, e as minhas colegas ficaram escandalizadas com aquilo, e disseram XXXXX fala, eu disse o que sentia em relação à minha ideia de resolver ou melhorar o problema que a agência tinha.  A minha gerente depois de ouvir o que falei…, disse que ela pensava que quisesse dizer outra coisa…, sabes aquilo me magoou muito e eu não fui capaz nem de lhe dizer tudo que sentia sobre isso… continuei, calada.

Então este ano as minhas crises de pressão pioraram Antonio, e fiquei sabendo que minhas colegas dizem que estou me fazendo é tudo mentira minha, só para não trabalhar e o que mais me tocou é saber que a minha gerente também tem a mesma opinião…,

Basicamente, minha trajetória resumida no banco foi essa me esforcei para dar meu melhor dei e muito e não senti nenhuma valorização do banco pois estou a 7 anos no banco e o meu salário mal cobre as minhas despesas básicas.”

  O mail desta jovem mulher de 32 anos mostra com clareza como a sua postura dualista/materialista criou stress, sofrimento, depressão, enfim uma vida miserável.

Mas como esta jovem mulher poderia ter uma vida realizadora e feliz perante a recção que recebeu quando chegou a esta cidade?

O maná podia ter qualquer sabor que a pessoa desejasse”

Livro do Êxodo

  – Quando alguém sai ou entra num grupo, tem de existir uma reacomodação. É natural que uma jovem de 25 anos vinda da capital para uma cidade de província, cheia de força para vencer na bagagem, amedronte os funcionários acomodados na sua zona de conforto. Mais uma no grupo, agitaria inevitavelmente o funcionamento do grupo. E os mais inseguros certamente reagiram violentamente. Todos sabemos que a violência resulta do medo. Apesar de a nossa leitora, não ter a intenção de fazer mal a nenhum dos novos colegas, ela, para os mais inseguros, era uma ameaça. E, assustados, juntaram-se para bloquearem o sucesso na nova colega (claro que isto só acontece porque estamos presentes pessoas com “formação/educação” arcaica ainda baseada na competitividade ou luta pela sobrevivência). Apesar de na nova era em que nos encontramos isso já não existir, ainda persiste a síndrome de Onoda por todos os setores da sociedade mundial.

Perante esta reação do grupo (que apesar de não se correta, nem normal, é muito comum acontecer), a nossa leitora como possui uma “formação/educação” do mesmo nível dos seus novos colegas reagiu a esta atitude dos colegas, vitimando-se e iniciou-se um processo de bola de neve que culminou na queda de pressão e depressão.

Agora vou mostrar como a mente expandida e esclarecida agiria perante a reação agressiva dos colegas. Como a agressividade só resulta do medo, a primeira sensação da nossa leitora seria de regozijo, segurança e bem-estar. Não podia mudar a atitude dos colegas, mas podia agradecer por lhe terem dado e mostrado tanto poder. Esse estado de gratidão, mantê-la-ia na crista da onda, transportando-a para o lugar que merecia ocupar, que desempenharia na perfeição.

Porque tenho a certeza que seria assim? – antes de responder a esta questão vou continuar a discernir alguns acontecimentos atribulados desta nossa leitora.    “Fui a melhor colaboradora da agência fui a que mais vendas conseguiu fazer, mas criei uma barreira muito grande com os meus colegas porque eu sentia que eles não me queriam bem”,

 Aqui a nossa leitora, não largou a sua posição de vítima, mas esforçou-se para que lhe dessem valor. Mas o valor já lhe tinha sido dado, quando a hostilizaram à sua chegada e ela não enxergou. Claro que a sua postura de vitima cria predadores e agressores.

Agora sim!…, agora vou responder porque tenho tanta certeza de ser assim…,

   Hoje a física moderna ensina-nos na sua 1ª lei da mecânica quântica que possibilidades infinitas estão em cada acontecimento. E tem a 2ª lei que afirma que o observador influencia o observado. Depois vem 3ª lei que diz atrais na mesma frequência e densidade tudo que irradias.

Perante estas 3 leis da mecânica quântica a nossa leitora criou a sua infeliz realidade, como poderia ter criado uma realidade bem diferente. O poder está sempre nas mãos do observador, não do observado.

Aqui a nossa leitora como observadora não conseguiu enxergar o poder que lhe estava a ser concedido e rejeitou-o entrando no vitimismo.

Na verdade, a vida hoje presenteia-nos com “o Maná” como “pão nosso de cada dia” como na travessia do deserto do povo Hebreu. Como sabeis o maná podia ter qualquer sabor que a pessoa desejasse. Chegou a hora de acordar, sair dessa ilusão da matéria e escolher o que quer saborear de cada coisa ou acontecimento.

O texto já está a ficar longo deixo para a 2ª parte a resposta às perguntas inquietantes com que iniciei este artigo.

Fico a aguardar,

António Teixeira Fernandes 

“A ciência moderna limpa o caminho para a Saúde Integral”

“A ciência moderna limpa o caminho para a Saúde Integral”

A pesquisa científica na área da saúde trilhou vários caminhos nos últimos 80 anos.

Essa pesquisa tem sido liderada pela indústria da doença conduzindo a resultados contraditórios até desembocar num beco sem saída.

A indústria da doença, apesar de tentar tapar o sol com a peneira cirúrgica, não consegue esconder mais a verdade e mergulhou no mar do paradoxo.

Vejamos alguns exemplos do paradoxo global em que está mergulhada a indústria instituída da doença. No final do último século, um nível de colesterol acima de 240 era considerado alto demais. Depois, o número caiu para 200 e depois para 180. Mas apesar de baixarem 25% e assim venderem mais uns milhares de toneladas de “estatinas”, as doenças cardiovasculares aumentaram.

Se compararmos os óbitos por cancro e por doenças cardiovasculares dos anos 2005 e 2016, verificou-se um aumento de 46% nas mortes por neoplasias e de 28% por doenças do aparelho circulatório.

Conclusão: apesar do investimento milionário na investigação científica que diz trazer todos os dias novas esperanças de cura para a humanidade, a verdade é as doenças e a morte por doença não param de aumentar. Algo está mal, a pesquisa está mal orientada. Está a procurar-se em lugar errado.

A verdade é que o sistema vigente não funciona e é de bom senso apresentarem-se alternativas.

Levados por esta descrença dos que começam a ganhar consciência da realidade, alguns com boa fé, mas sem verdadeira noção da realidade, desenterram das cinzas, terapias e medicinas já mortas e enterradas. Assim surge uma espécie de movimento folclórico que apesar de bem-intencionado, não tem conseguido credibilidade e coerência para servir de alternativa à poderosa indústria detentora do poder no mundo.

A Saúde Integral baseada na moderna física quântica e apoiada nos princípios da medicina, pode ser uma solução para todos que já perderam a confiança nas instituições detentoras do poder e da indústria da doença.

Quando refiro os princípios da medicina que nos foram deixados por Hipócrates não pretendendo voltar à naturopatia tradicional. O mundo já mudou e tudo o que nele existe também mudou. Desde as velhas leis da biologia que evoluem com as crenças que não param de mudar, como o despertar espiritual do homem moderno; pretendo sim respeitar os seus princípios capitais.

Então vejamos; no contexto em que se encontra a humanidade, em que tudo muda a uma velocidade vertiginosa, qualquer tentativa de solução antiga para problema moderno é como tentar medir e pesar a eletricidade com uma fita métrica ou uma balança convencional.

A Saúde Integral abrange o ser como um todo, não separa o físico do mental nem saúde financeira de relacionamentos saudáveis. O Ser é integral e o corpo físico ou veículo que o recebeu reflete sentimentos e emoções na interação com o quotidiano.

Apesar de não ser nada novo, hoje todos nós sabemos que o ver para crer deu lugar ao crer para ver. Porquê? O Ser humano e a humanidade já evoluíram e o que cria a realidade é a energia da emoção. E a realidade implica tudo o que está dentro do conhecimento consciente do indivíduo.

“Disse Jesus: Bem-aventurados os que creem sem ver” (João 20).

Hoje a mecânica quântica ou mecânica da física moderna mostra-nos com a velhinha experiência da dupla-fenda, que vivemos num mundo espiritual de infinitas possibilidades e que o observador é quem tem a liberdade de escolher a possibilidade que quer experimentar independentemente da circunstância. Esta lei da física moderna reforma todos os conceitos materialistas/dualistas ensinados nas escolas de todo o mundo até aqui.

E dá-nos a possibilidade de mudar tudo referente à memoria do nosso corpo físico.

Jornada de informação de Saúde Integral,

Realizada dia 21 de Setembro de 2019

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